Quase tudo...



Quem prevê o fim do mundo acerta sempre

O pastor que previu o fim do mundo para sábado, 21/05/2011, virou astro global e continua liderando a seita que teve aumento no número de membros.


Não é a primeira vez que o mundo não acaba, e quem previu o contrário se dá bem.


Nos anos 50 esse fenômeno foi estudado pela primeira vez.

Três pesquisadores ouviram falar de uma seita de Chicago que estava prevendo o fim do mundo num certo dia e com hora marcada. Eles queriam entender esses sistemas de crença e juntaram-se à seita para observar a coisa por dentro.

O que presenciaram é incrível.
A seita era liderada por um casal - Thomas Armstrong e sua mulher Marian Keech - que diziam estar recebendo mensagens de seres espirituais de outros planetas a quem chamavam “Guardians”. Os guardians avisaram que dia tal hora tal iria ocorrer uma grande inundação em escala global. Só quem acreditava nos “guardians” seria salvo. Eles se comunicavam com a seita via psicografia - Mrs.Keech pegava papel e lápis, recebia as mensagens num transe, e registrava tudo em movimentos espasmódicos “sem saber o que estava escrevendo”.
Os “guardians” mandaram dizer que enviariam uma nave espacial que resgataria quem tivesse acreditado neles.
Durante semanas os membros da seita se prepararam para o resgate - decoraram senhas que lhes permitiriam acesso à nave salvadora, entregaram animais de estimação a amigos, doaram seus bens, abandonaram empregos e escolas, e se preparam para dizer adeus à vida terrena.


Familiares entraram na justiça contra a seita, vizinhos ameaçaram interná-los como loucos. Mas eles aguentaram firmes, pois sabiam que só uma fé inabalável nos “guardians” poderia salvá-los.


No dia marcado para o fim do mundo repórteres e TV correram para o local. O grande momento se aproximava. Expulsaram os jornalistas e se prepararam para a salvação removendo todas as partes metálicas de suas roupas (zipers, botões, fivelas de cintos, etc).


Perto da meia noite (a grande hora) começaram a recitar suas senhas de acesso à nave que estava prestes a chegar. A tensão aumentava, mas a hora marcada chegou, passou e não se ouviu barulho de motores antigravidade, nem se notou grandes deslocamentos de ar. Nada de luminescências ou clarões.

Os crentes, sentados imóveis, rostos congelados, esperavam com fé. Os pesquisadores notaram que foi ficando claro que eles estavam sendo atingidos pesadamente pela dúvida. Finalmente se desestruturaram.

Em desespero, foram procurar as mensagens dos “guardians” que tinham psicografado. Discutiam a possibilidades de erros que pudessem ter cometido na interpretação. Às 4 da manhã Mrs.Keech caiu em prantos. Aos soluços, repetia que sabia que alguns crentes estavam começando a duvidar mas o grupo tinha de se manter unido para iluminar aqueles que mais necessitavam.


Uma derrota pesada se configurava mas quem crê, crê; crê no que crê, não em fatos.


O catalisador do qual realmente necessitavam chegou as 4:45 da manhã, quando a mão direita de Mrs.Keeech começou, de repente, a se movimentar espasmodicamente sobre suas folhas de anotações. Era uma nova mensagem dos “guardians”, que dizia que “a fé dos crentes tinha gerado tanta luz, que Deus resolvera salvar o mundo da destruição”.

Em seguida, os “guardians” mandaram outra diretriz: “comuniquem ao mundo que a fé dos crentes salvou o planeta!”.
Mrs.Keeech correu para telefonar para os mesmos jornalistas que tinha expulsado na noite anterior. Outros crentes fizeram o mesmo. Agora, tinham uma nova missão: aumentar a congregação! Converter mais gente!”.
Tiveram sucesso. Conquistaram milhares de novos adeptos para uma crença que tinha se demonstrado falsa!

Clemente Nobrega 

7/06/2011 - 

 

Vai ser difícil para a criança esquecer o casamento.

Vai ser difícil para a criança esquecer o casamento.

Quantos milionários há no mundo?

Quantos milionários existem hoje no mundo? Depende da definição de milionário. Segundo a revista britânica “Economist”, há dois métodos “oficiais” para estabelecer quem realmente entra no clube do milhão. A consultoria financeira Capgemini define que para ser um milionário, é preciso ter bens de investimento iguais ou superiores a US$ 1 milhão. Isso significa dinheiro disponível para aplicar na bolsa, comprar imóveis ou carros de luxo – sem incluir o imóvel em que reside. Segundo esta medida, a Capgemini e o banco Merril Lynch estabelecem que há cerca de 10 milhões de milionários no mundo. 

Já o Credit Suisse usa uma definição mais óbvia. Para o banco, qualquer um que reúna bens e dinheiro acima de US$ 1 milhão pode ser considerado milionário. O valor inclui casa própria, coleção de obras de arte, até mesmo o valor de uma futura previdência privada. Sob essa ótica há 24,2 milhões de milionários no planeta, o que representa cerca de 0,5% da população mundial adulta. É mais do que a população inteira da Austrália.

Esse pessoal controla US$ 69,2 trilhões em bens, mais do que um terço do total global. Nas duas definições, o maior número de ricos concentra-se nos Estados Unidos, 41%. Outros 10% estão no Japão e somente 3% estão na China.

Com ficar rico

Agora, a pergunta é: como essas pessoas se tornaram milionárias?

A “Economist” mostra que a maioria chegou lá com seu próprio esforço. Apenas 16% herdaram dinheiro da família, segundo a Capgemini. Ou seja, a maneira mais comum de ficar rico é começar seu próprio negócio: 47% dos milionários são empreendedores.

Para construir um negócio de US$ 1 milhão não é preciso ser nenhum gênio formado pela melhor universidade, mas ajuda bastante se o candidato for inteligente e sem medo de arregaçar as mangas e trabalhar bastante.

No livro “The Millionaire Next Door”, Thomas Stanley e William Danko observam que um milionário típico americano é uma pessoa bem comum. É alguém que passou a vida poupando e reinvestindo o dinheiro ganho na empresa. Não mora em uma casa luxuosa na parte mais rica da cidade e não dirige um carro caro porque, veja bem, isso seria jogar fora dinheiro que poderia investir no negócio.

A conta mostra 23% entre os milionários ficaram ricos trabalhando para empresa, segundo estimativa da Capgemini. O salário médio para os cargos executivos mais altos entre as 456 maiores empresas americanas era de US$ 7,23 milhões, segundo pesquisa da consultoria Hay Group. A maioria, entretanto, são bons profissionais e gerentes que simplesmente foram cuidados com seu dinheiro. Um ortodontista ganha cerca de US$ 200 mil a cada ano nos Estados unidos. Mesmo pagando os estudos, após trabalhar bastante, poupar e investir, ele possivelmente chegará a US$ 1 milhão.

O mais interessante, porém, é notar a concentração de renda.

A fatia de 1% entre os mais ricos do mundo controla 43% dos bens mundiais.

Os 10% mais ricos têm 83%.

E os 50% que sentam na base da pirâmide ficam com 2%.

No topo da pirâmide estão 81 mil pessoas com bens acima de US$ 50 milhões. Deste, 30 mil possuem mais do que US$ 100 milhões e 2.800 têm mais de US$ 500 milhões.

E bem lá na pontinha da pirâmide, bem no alto, o Credit Suisse acredita que há cerca de mil bilionários.

Confirmando a opinião do banco, a última década foi pródiga no acúmulo e retenção de renda. Tanto é verdade que para entrar na lista dos americanos mais ricos da revista Forbes em 1995, “bastava” o candidato ter US$ 418 milhões. Agora, só se você for bilionário, como o empresário Eike Batista, com fortuna de US$ 27 bilhões.

Postado por Soraia Yoshida, repórter de Época NEGÓCIOS Online.

Este video vale cada centavo. Vale dizer: é sensacional. Não conhecia Hans Rosling mas já me tornei seu fã.   

O que é a felicidade? O que faz alguém feliz? Daniel Kahneman explica no vídeo acima. Vale a pena, garanto. 

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myexternalharddrive:

In 1969 John Lennon and Yoko Ono rented billboards and posters in eleven cities around the world in protest of the Vietnam War. These billboards would later be the inspiration for Happy Xmas (War Is Over) release in 1971.

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In 1969 John Lennon and Yoko Ono rented billboards and posters in eleven cities around the world in protest of the Vietnam War. These billboards would later be the inspiration for Happy Xmas (War Is Over) release in 1971.

(via adventuresintravel)

Interessante. O filme ‘We All Want to Be Young” é o resultado de diversos estudos realizados pela BOX1824, empresa de pesquisa especializada em tendências de comportamento e consumo.

Prêmios Nobel e o sentido da vida

Prêmios Nobel e o sentido da vida


A ciência atinge patamares mais elevados quando a invenção dos cientistas é motivada pela compaixão



ESSA FOI A semana em que cientistas com aspirações ao Nobel dormem pouco. O telefone pode tocar na calada da noite, e aquela voz com sotaque sueco pode estar do outro lado da linha, dando-lhe os parabéns. Ou, mais provavelmente, pode ser o seu filho com o pneu furado no meio da rua. Tudo bem, tem sempre o ano seguinte.
Neste ano, os prêmios foram bem diversos. Na medicina, ganhou Robert Edwards, da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, pelas suas pesquisas pioneiras em fertilização in vitro.
Desde Louise Brown, que nasceu em 1978, são já mais de 4 milhões de bebês de proveta que devem suas vidas à persistência de Edwards. Seu trabalho mostrou que a fusão do óvulo com o espermatozoide é um processo que pode ser controlado.
“Nada é mais especial do que uma criança. Patrick Steptoe e eu fomos muito influenciados pelo desespero de inúmeros casais que não podiam ter filhos. Apesar das dificuldades e dos críticos, lutamos muito por esses casais”, disse Edwards.
A ciência atinge seus patamares mais elevados quando a inventividade humana é motivada simplesmente pela compaixão.
Na física, o prêmio foi para Andre Geim e Konstantin Novoselov, ambos russos que trabalham na Universidade de Manchester, também do Reino Unido. Esse, aliás, foi um bom ano para os cientistas britânicos, que estão em meio a ameaças de cortes severos do orçamento destinado à atividade científica.
Eles foram os criadores de um novo tipo de material, o grafeno. Trata-se de uma lâmina extremamente fina de átomos de carbono -com um átomo de espessura- que promete revolucionar a eletrônica.
Um outro feito de Geim foi ter usado campos magnéticos e ímãs para levitar sapos. Quem disse que a física não pode ser divertida?
O grafeno é um material meio mágico: maleável, quase transparente, mas forte como aço. As lâminas de grafeno são excelentes condutoras de calor e de eletricidade, propriedades desejáveis em muitos circuitos elétricos. Em breve, o grafeno poderá integrar telas flexíveis de computador, sensíveis ao toque, e sensores para detectar poluição.
O interessante é como foi descoberto. Partindo de um bloco de grafite, o par usou fita durex para, pacientemente, arrancar essas lâminas ultrafinas de átomos de carbono. Às vezes, revoluções nascem de ideias extremamente simples.
Na química, o prêmio foi divido entre três cientistas que desenvolveram um método para criar cadeias longas e complexas de carbono.
A descoberta realiza, pelo menos em parte, o sonho de muitos químicos de criar uma engenharia molecular onde todo tipo possível de molécula pode ser sintetizada artificialmente. No caso, a invenção dos cientistas ajuda na produção de medicamentos e polímeros diversos.
Esses prêmios celebram a inventividade humana. Quando os comparamos com a recente descoberta de um planeta em torno da estrela Gliese 581, onde pode haver água, vemos a importância da Terra, sua fecundidade e estabilidade, permitindo nossa existência.
Quanto mais aprendemos sobre o Cosmo, mais relevante ficamos. Não por sermos o centro de tudo, mas por existirmos e por podermos refletir sobre quem somos.

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ciencia/fe1010201004.htm 


MARCELO GLEISER é professor de física teórica no Dartmouth College, em Hanover (EUA), e autor do livro “Criação Imperfeita”

Um beijo para Marina

Um beijo para Marina


Não acredito que alguma mulher deixe de fazer um aborto porque a/o presidente do país é contra


EU FAZIA UMA ideia meio geral sobre parte do povo brasileiro: achava que ele não se interessava pela propaganda eleitoral, e quando, entre uma novela e outra, via os candidatos, prestava atenção aos que tinham o tal do carisma, ou votava em quem eles mandavam, e só.
Foi uma grata surpresa (entre outras ingratas) saber, pelos resultados, que muita gente acompanha o que acontece na política mais do que se pensa.
Marina foi o acontecimento, e não pelo ambientalismo; não creio que 20 milhões de brasileiros estejam tão ligados a essa causa.
O que encantou na candidata foi sua sinceridade, ver que ela falava o que pensava, que nada era decorado, e não por estar querendo ganhar a eleição -ela sempre soube que isso não ia acontecer; a honestidade com que se expôs durante o horário eleitoral, com pouco mais de um minuto de tempo, sua alegria genuína, quando comemorou os votos que recebeu com seus seguidores, sua ética, tudo isso foi como uma brisa fresca, diante do engessamento de Serra e Dilma.
Marina resgatou o que alguns de nós ainda temos lá no fundo, mas de que não falamos, para não sermos acusados de idealistas -portanto ridículos-, que acreditamos que ainda existem valores, que pode haver alguma coisa boa na política.
De uns tempos para cá, entramos na cabine eleitoral sem alma nem coração, para votar sempre contra alguém.
Mesmo não estando mais disputando a eleição, é dela que mais se fala. Ninguém me tira da cabeça que Marina não deixou o ministério no escândalo do mensalão para não massacrar ainda mais o PT.
Ela também não conta como foram seus embates com a então ministra Dilma, e se contasse, essa eleição estaria mais do que definida. Mas Marina é fina, educada, discreta, e ninguém a verá, jamais, no centro de uma baixaria. Nem ficará, jamais, com quem entre nesse terreno. Mas não complica demais, tá, Marina?
Voltando à eleição, não acredito que nenhuma mulher, seja ela uma adolescente que engravidou por acaso ou uma vítima de estupro, deixe de fazer um aborto porque a/o presidente da República é contra, e não acredito que os votos de Dilma tenham caído por esse motivo, mas sim porque ouvir a candidata falar (sempre sorrindo, mesmo quando se refere ao superavit primário) é um suplício que ninguém merece -e também por causa de Erenice, que eu queria muito ouvir depondo.
E por mais populares que sejam os líderes, uma hora eles nos cansam e por isso são trocados, salvo quando se vive numa ditadura.
Ok, os dois candidatos prometem educação, saúde, segurança, saneamento básico, ciência e tecnologia, y otras cositas más. O que os eleitores querem saber é: como?
Xô, marqueteiros, e xô para essa mania inventada por vocês de dar um minuto para a pergunta e dois minutos e 75 segundos para a resposta, que ninguém é máquina para falar de assuntos importantes num tempo tão curto.
Será que os candidatos não podem se enfrentar para trocar ideias livremente, os dois, diante de uma câmera? É só o que nós, eleitores, queremos.

danuza.leao@uol.com.br

Autoestima

Seis pilares da Autoestima O psicólogo, especialista em autoestima, Nathaniel Branden, define seis “pilares” da autoestima. Para ele a autoestima não é o sucesso em si, mas uma série de condutas virtuosas, as práticas internas, que tornam possíveis os sucessos. São eles: Consciência: prestar atenção ao que acontece, ao que se faz, sem esquecer o contexto no qual surgem os sucessos, as experiências, as ações.   Aceitação: reconhecer os próprios pensamentos, emoções e ações sem se repudiar.   Responsabilidade: compreender que se é o autor das próprias escolhas e ações, que se é responsável pela própria vida e bem estar. Responder conscientemente aos desafios da vida.   Assertividade: ser autêntico no trato com os outros, negando-se ocultar o que se é ou avalia ser, para ganhar a aprovação. Estar preparado para defender os próprios valores e ideias.   Propósito: identificar objetivos de curto e longo prazo e as ações para obtê-los. Acompanhar a implementação das ações para garantir que se mantém no caminho desejado.   Integridade: ter congruência entre discurso e prática. Dizer a verdade, honrar os compromissos e exemplificar, com ações, os valores que se sustenta. O mais importante, neste caso, é começar a separar identidade de resultados. Tarefa árdua. Podemos influenciar algumas situações com nosso comportamento, mas há fatores incontroláveis que afetam o resultado. Além disso, quando colocamos a responsabilidade das nossas realizações no mundo externo ou no outro, e o foco no TER, corremos um sério risco de “perder” ou ficar sem no momento que mais precisar, o que poderá gerar ansiedade e insegurança. Quando a pessoa age com integridade, faz suas escolhas baseadas em seus valores, no SER, sente-se muito mais segura, serena e sólida. Esta pessoa poderá até ter êxito (e provavelmente terá), mas se por algum motivo isso não acontecer não se definirá como um fracasso, pois terá a paz de espírito por ter agido em harmonia com seus valores. Neste momento buscará novas alternativas e seguirá em frente. Portanto, quanto mais sua autoestima estiver vinculada a sua identidade, maior a probabilidade de ser feliz, amar e obter sucesso.

via http://www.efetividade.net/